segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Usos bizarros do corpo na criação de arte

Não é difícil nos depararmos com obras de arte meio sem noção por aí. É muito comum você ver por aí um quadro com apenas um rabisco ser vendido por milhões de dólares. Pra mim não passa de um rabisco mesmo, preguiça do artista e do comprador, que acha que tá comprando uma bela obra de arte sem ao menos saber o que significa. No entanto, temos por aí, outras obras que foram feitas por artistas nada preguiçosos, mas que continuam sendo sem noção, dá só uma olhada no que a galera é capaz de fazer pela arte.

Drenar o próprio sangue

Marc Quinn é um louco artista britânico que faz esculturas de sua própria cabeça a cada poucos anos com seu próprio sangue. O cara vai de seis em seis semana no hospital para drenar um litro de seu sangue para fazer cada cabeça, que gasta cerca de 9 litros de sangue para ser concluída. Por que o miserável não pega o sangue e pinta um quadro, como qualquer artista louco faria? Não, ele quis mais, e até agora já esculpiu cinco dessas cabeças, para mostrar seu envelhecimento. Diz ele que a maior cabeça vai ser esculpida depois de sua morte, com todo a sangue drenado de seu corpo, que vai dar mais ou menos 90 litros de sangue.






Auto mutilação

Quando o artista japonês Hananuma Masakichi descobriu que iria morrer de tuberculose em 1885, resolveu criar uma réplica de seu próprio corpo para deixar pra sua esposa como lembrança. O cara então foi modelando detalhe por detalhe, como veias e poros e ainda teve a estúpida grande ideia de colocar na escultura seus próprios pelos, unha e dentes. Isso mesmo, o cara arrancou todos os dentes, unhas e cabelos (incluindo pentelhos) para colocar na escultura. Depois ainda fez uma exposição onde ele se apresentava ao lado da réplica para que conseguissem distinguir quem era o verdadeiro (que era até fácil, era só perceber qual dos dois ficava coçando a virilha toda hora, pois arrancar pentelhos dá nisso.) O pior de tudo é que a tuberculose não teve nem a decência de matar o cara, que ainda viveu mais dez anos.

A réplica é a da esquerda. (Eu acho!)


Tomar um tiro e ser crucificado

Sabe-se lá o que esse povo acha que é arte. Mas Chris Burden achou que levar um tiro no braço como espingarda calibre 22 era arte pura. E foi isso que ele fez, levou um balaço no braço. Poxa, e eu achando que aquela galera da rocinha, morro do alemão eram marginais. Que nada, estava só fazendo arte. Mas esse doente artista não parou por aí não, ele também foi crucificado no capô de um fusca e foi exibido pela cidade desse jeito. Queria eu ser o cara que tava pilotando o fusca, aí sim ele veriam o que era arte, quando eu desse uns cavalos de pau e passasse em todas as lombadas a 120 por hora com o cara crucificado lá.



Vomitar arte

Talvez se mutilar ou drenar o próprio sangue seja demais a favor da arte né? Quem sabe então se você tomar uns leitinhos coloridos e sair vomitando sobre a tela pra ver no que vai dar? A artista Millie Brown faz justamente isso. Ela toma uma mistura de leite com tinta e vomita suas obras de arte. Se eu soubesse que isso dava dinheiro eu tinha guardado toda a bagunça que eu fazia no banheiro quando chegava em casa bêbado. Tem tempo ainda, hoje tem festa na casa de um colega aí!!!

Bem bonito né? (Só que não)



Homem de Ferro? Ou de xixi?

Até agora você não se identificou com nenhum desses artistas? Não tem a genialidade de nenhum deles? Tenha calma meu amigo, pois ideias podem surgir do nada, até de uma simples infecção urinária. Em 2012, o estudantes de Taiwan, Wong Tin Cheung estava com uma infecção urinária e teve uma ideia incrivelmente sem noção genial ao perceber o contraste do vermelho do sangue e o amarelo de sua urina. Ele decidiu então fazer o Homem de Ferro na privada. O cara participou de um concurso de arte no Museu de Belas artes da China e ganhou 13500 dólares com sua façanha. Não sei quem é mais estúpido, ele ou quem deu o primeiro prêmio.


Desenterrar cadáveres

O que você acha então de desenterrar cadáveres para fazer suas obras de arte? Doentio? Não foi o que Honore Fragonard pensou. Esse aqui desenterrava os mais diversos tipos de cadáveres para montar suas peças de arte bizarras. Imagina você andando de boa num museu e dá de cara com seu falecido avô sentado em um cavalo também falecido. Provavelmente você sofreria um mini ataque cardíaco e depois fugiria pras colinas, mas Fragonard achava legal. O cara fez mais de 700 obras dessas, sendo que 21 ainda “sobrevivem”.



Ah, dane-se! Faz o que quiser...


Suponhamos então que você não tenha um pingo de talento pra arte mas mesmo assim quer ser um artista. Tenho duas opções pra você então. A primeira é você sair gritando um monte de bobagens num microfone e dizer que é funkeiro. A segunda é fazer como a artista russa (tinha que ser)  Marina Abramovic, que simplesmente juntou 72 itens em uma mesa, dentre eles correntes, facas, lâminas de barbear e uma arma e deu a liberdade para que visitantes de um museu fizessem o que quisessem com ela, alegando que não iria reagir e nem falar nada. No começo os visitantes do museu ficaram meio tímidos e só faziam cócegas e tal, mas logo a galera animou e torturaram a mina por 6 horas. Teve um até que pegou a arma e apontou para o pescoço de Abramovic pra ver se ela reagia e ela nada fez. Se isso é arte ou loucura  eu não sei. Só sei que ela conseguiu provar que todo ser humano tem um lado sombrio escondido dentro de si.



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